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Aeroporto Internacional de Viracopos

“Se por um lado o movimento de passageiros foi afetado no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), a carga aérea resistiu à pandemia.


Viracopos superou a casa de 100 mil toneladas na carga internacional em 2021 e registrou nos 5 primeiros meses um crescimento médio e acumulado de 32,85% na carga internacional (importação e exportação), na movimentação por peso.


De janeiro a maio deste ano, a importação teve alta de 34%, com um total de 59,5 mil toneladas que chegaram ao país por Viracopos. Já a alta nas exportações chegou a 31,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No total, deixaram o Brasil pelo Terminal de Carga de Viracopos, nos 5 primeiros meses, 38,9 mil toneladas de carga.


A característica cargueira de Viracopos, foi fundamental, pois a estrutura estava preparada para receber este movimento.


Além disso, o ambiente de negócios positivo identificado no aeroporto, foi fundamental para esses resultados expressivos.


Os Despachantes Aduaneiros se sentem honrados, pois estão na ponta da linha das importações e exportações e conhecem no dia a dia, ao lado das autoridades aduaneiras, os gargalos dessas atividades. A categoria – responsáveis por 97% do desembaraço nas operações de importação e exportação no País – participa sempre com sugestões de melhorias no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).


Na nossa visão, com a pandemia, os órgãos anuentes – principalmente a Receita Federal – anteciparam a modernização de seus processos, melhorando as condições dos operadores e players deste setor, incentivando-os para movimentar sua carga pelo aeroporto de Campinas
A Receita Federal assumiu um protagonismo muito importante e coordena essas decisões nos Terminais de Carga de Viracopos. Esses novos ajustes, por sua importância, se transformam posteriormente em novos procedimentos em todo o País.


Um dos meios para se atingir esses objetivos são reuniões regulares da Comissões Locais de Facilitação de Comércio (Colfacs). O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a implantar esse procedimento. As comissões têm como objetivo trabalhar pela facilitação e pela desburocratização do comércio exterior brasileiro. As reuniões são mensais e presenciais, porém migraram recentemente para o ambiente digital e remoto em função da pandemia, sem perder uma de suas principais características: tornar o comércio exterior ágil, transparente e previsível.


Projetamos ainda dias melhores, em condições normais, no período aguardado por todos, que é momento do pós-pandemia”

Elson Isayama – Vice-presidente do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo. A categoria responde por cerca de 95% das operações de importação e exportação no Brasil e Vice Presidente da Câmara de Comércio Exterior de Campinas e Região.