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Comissão de Relações Internacionais (CORI) registra saldo positivo.

CCCER – Câmara de Comércio Exterior de Campinas e Região, SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de São Paulo, Universidades PUC-Campinas e Unicamp, Cônsules, Embaixadores, Autoridades que representam o Comércio Exterior e a toda Cadeia Produtiva, comporam a mesa de abertura dos trabalhos

A Comissão de Relações Internacionais evoluiu muito no último ano
O evento contou com a presença das seguintes Instituições que contribuíram com palestras e o entendimento de questões relevantes do Comércio Exterior, como também para toda a cadeia produtiva, potencializando assim o desenvolvimento econômico. Desempenharam funções importantes nestes trabalhos a CCCER – Câmara de Comércio Exterior de Campinas e Região, SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Estado de São Paulo, Universidades PUC-Campinas e Unicamp, Cônsules, Embaixadores, Autoridades que representam o Comércio Exterior e a toda Cadeia Produtiva, comporam a mesa de abertura dos trabalhos. Foram abordados diversos temas como a caracterização dos acordos comerciais e seu processo de negociação. Como uma empresa pode se desenvolver no comércio internacional. Abordou-se o Certificado de Origem, documento necessário a comprovar a origem do produto e permitir as empresas a se beneficiarem das vantagens dos acordos comerciais.

Avançou-se muito sobre o tema o que são as cidades competitivas e, como tornar uma cidade competitiva e os agentes que criam a competitividade.
Foi rememorando de onde surgiu a ideia de propor a constituição da Comissão Permanente de Relações internacionais na Câmara de Campinas, o vereador Marcelo Silva, destacou durante as reuniões que Campinas é um polo tecnológico com expectativas de retomada do crescimento econômico e por ausência de uma secretaria especifica sobre o tema de relações internacionais, tornando-se a comissão uma importante ferramenta para fomentar debates relacionados ao tema.


Lembrou ainda que em visita a FATEC – Indaiatuba, ficou impressionado com a estrutura e os propósitos e objetivos da instituição que oferece qualificação com excelente trabalho desenvolvido. Outro personagem importante nas reuniões, fora o cônsul honorário da embaixada britânica em Campinas. Sobre as cidades competitivas, que são aquelas que possuem um conjunto de fatores como atividades empresariais, capital humano, troca de informações, engajamento político e experiências culturais que permitem as organizações e população prosperar.


As cidades mais competitivas estão em países que são ao mesmo tempo os maiores exportadores e também os maiores importadores. Infelizmente o Brasil regrediu no jogo do comércio internacional em exportação e caiu da 22ª posição para a 26ª e, em importação da 21ª para a 29ª em 2011. As possíveis soluções seriam: mecanismos de facilitação empresarial em nível municipal; tributação municipal; parcerias. Alocação apropriada para parques industriais; estrutura de transporte e comunicação para empresas e funcionários.


Área para feiras de negócios; parcerias com universidade, faculdades e entidades empresariais; promoção de eventos específicos voltados para inovação e cultura; internacionalização das empresas como prioridade.

Destaque para os 3 canais utilizados pelas cidades mais competitivas do mundo, sendo, o principal poder público municipal (1 – Desenvolvimento Econômico como prioridade explícita; 2 – Estabelecimento de Prioridades; 3 – Fomento à Internacionalização da atividade empresarial), Organizações Empresariais e Educacionais (Promoção de PPP’s para situações específicas); Parcerias com Instituições de Ensino para capacitação.


Destaque ainda para a possibilidade de acordos de cooperação regionalizado. Falou-se muito sobre propostas para simplificação de procedimentos administrativos municipais para empresas que atuam no comércio exterior; Formas de como o Poder Executivo municipal pode contribuir para empresas que atuam ou pretendem atuar com comércio exterior buscar propostas de simplificação.


As possíveis soluções seriam a Facilitação e Simplificação para emissão e renovação de alvará de funcionamento; Estipular a instalação e armazéns Gerais para depósito de mercadorias importadas e para serem exportadas; fomentos aos pequenos empresários; fomentar capacitação, realização de feiras, congressos e programas de integração com universidade e escolas Técnicas de cursos de Comércio Exterior, Logística e Direito; Redução de IPTU para empresas que realizam atividades ligadas ao comércio exterior. Os efeitos esperados com a implementação das ideias seriam: Aumento do PIB (produção, renda e emprego); surgimento de uma cadeia logística internacional estruturada.

Principal destaque para a importância da implementação de políticas para desenvolvimento; Acordos Internacionais; Crescimento da China; Portal Único que é uma importante ferramenta e que, poderá trazer benefícios concretos nos próximos dez anos. Campinas está muito “cara” e reafirmou-se por diversas vezes a importância de incentivos; criação de corredor logístico; isenção de IPTU e geração de empregos.


O Vereador Marcelo Silva, durante os encontros, sempre enfatizou que as ações municipais são muito tímidas e da falta de diálogo com o Poder Executivo. Destaque para os cursos de graduação disponíveis na região, em especial os cursos de Comércio Exterior que estão sendo desenvolvidos na Unicamp, com relação ao curso de especialização em comércio exterior, destacando o papel da Universidade na geração de riquezas para a Sociedade. Investigou-se, inclusive, a mentalidade do empreendedor brasileiro que é direcionada, já na criação da empresa, ao mercado interno o que dificulta sua atuação no mercado internacional, atuação essa que deveria ser mais focada em produtos de tecnologia, com geração de maior valor agregado à sociedade.

Vereador Marcelo Silva

Uma das conclusões é de que a filosofia da educação, desde a base, para que seja mais natural o caminho do comércio internacional aos novos empreendedores, deve ser mudada. Explorou-se ainda a visão do ponto de vista do comprador que, deve ser levado em consideração nos estudos, querendo informações sobre como os players estão sendo preparados para o assunto, onde, os vendedores, devem conhecer a situação do mercado do comprador, ponderando-se ainda que as empresas brasileiras devem prospectar o mercado internacional e oferecer valor, na ótica do cliente.

Avançou-se também no tema sobre o panorama do ambiente de negócios em Campinas para países estrangeiros, os prós e contras da cidade e o que precisaria mudar, como atrair mais investimentos e parcerias e como o empresariado avalia o cenário econômico de Campinas. Foi comentado que Campinas é como uma porta de entrada para cidades do interior do Brasil, uma área com enorme potencial de crescimento orgânico. \marcelosilvacps @marcelosilvacampinas (19) 99903-0012 www.marcelosilvacampinas.com.br Citou-se um estudo recente do Boston Consulting Group o qual identificou o interior brasileiro como “o próximo centro de consumo no Brasil” e que as cidades do interior serão “os principais impulsionadores do crescimento”. Campinas se destaca pois, conta com ótima infraestrutura; aeroporto Internacional de Viracopos, proximidade com o porto de Santos; grandes universidades com excelente qualidade; Escola Americana; ótimo mercado para empresas e ótima qualidade de vida da região. Por outra lado, alguns pontos negativos foram apresentados, destacando-se: falta de competição em ralação ao valor alto das passagens aéreas do Aeroporto de Viracopos; necessidade de maior oferta de voos internacionais; custo alto com transporte e pedágios; duplo processo de licenciamentos, burocratização (normativas Federal, Estadual e Municipal).